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quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Nova era nas relações entre Cuba e Estados Unidos

A noticia que corre mundo e faz manchetes em todos os periódicos é mesmo a do "restabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos". 
E desde o Papa Francisco, aos chefes de Estados e de Governos da America Latina, todos comentam com satisfação esta medida que abre um novo capitulo nas relações entre os dois países vizinhos. 

A Russia tambem valorizou positivamente o  restabelecimiento de relacões cubano-americanas. «Sempre nos mostramos favoráveis ao estabelecimento das relações diplomáticas de Cuba e EUA» refere o viceministro das Relações  Exteriores, Ser­guéi Ryabkov. 

Do México vem o reconhecimento da «decisão histórica dos Governos de Cuba e Estados Unidos de normalizarem as relações diplomáticas a que se junta a libertação de presos , um passo frme sintomático do momento de distensão entre os dois países».

O Governo Chileno considera "Um passo histórico e tremendamente positivo a relação bilateral entre Cuba e EUA, que também abrirá espaço para um maior entendimiento hemisférico”.
Já o  secretario geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que «o restablecimento das relações entre ambos países é uma noticia muito positiva, havendo que felicitar os mandatários por terem dado este paso, insistentemente tão solicitado por parte da comunidade internacional. As Nações Unidas está pronta para ajudar ao  estreitar dos laços entre ambos os povos e países, acrecenta Ban Ki-moon.  

Duas noticias em uma só 
Ah mas a esta noticia há que lhe acrescentar igualmente o regresso à ilha dos irmãos "Castro", de Gerardo, António e Rámon, três dos cinco presos politicos que os States mais tempo retiveram nas cadeias americanas, sem qualquer tipo de acusação. 
Los "Cinco heróis de Cuba" com Raul de Castro
Aqui o regozijo é ainda maior, já que todos podem agora comemorar o Natal em Paz e no seio das suas familias, pondo assim um fim ao inexplicável cativeiro de mais de 16 anos. O facto acontece por força do estabelecimento das relações entre Cuba e Estados Unidos da America, mas sobretudo graças aos esforços diplomáticos e a um movimento público mundial que à muito se levantou, exigindo a Obama a libertação dos "heróis cubanos". Também aqui não se fizeram esperar as mais diversas reações de regozijo e satisfação de todos quantos vêm na luta dos povos uma forma de afirmação, de independência e desenvolvimento dos seus paises e povos. Da Venezuela, à Argentina passando pela presidente da Brasil, Dilma Roussef, todos manifestam satisfação por esta libertação dos "Cinco de Cuba".