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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Universidade na Amazónia (Ecuatoriana)

Uma Universidade na Amazónia ... Sim na verdade acaba de se tornar realidade a "Universidad Regional Amazónica Ikiam". Localizada na provincia de Napo, o novo campus académico promovido pelo governo ecuatoriano, presidido por Rafael Correa, conta de facto com um laboratório "vivo" de 93 mil 264 hectares, que vai do território andino ao bosque tropical húmido, onde existe grande diversidade de flora ou não estivesse o recinto académico em pela região amazonica ecuatoriana.
 
Uiniversidade na Amazónia ecuatoriana torna-se realidade
A desenvolver os seus estudos, estão já na "Universidade Regional Amazónica Ikiam" ( o termo Ikiam  refira-se significa "selva" em shuar,  o idioma indígena)  os primeiros 150 alunos a desenvolver os seus estudos até abril de 2015 no ãmbito do ano incial. Mas a investigação especializada tem aqui excelentes condições, com a contsrução de residências universitárias, de laboratorios, biblioteca, centro cultural, cantinas, cafetarias e todos os equipamentos inerentes a um "campus" universitário, consolidando aquela que será a "Cidade do Conhecimento" composta por este polo e dois outros - Elno e Pangui, conforme projecto do Ministério da Educação ecuatoriano.

«Durante anos a região amazónica foi ignorada por diversos governos, pese embora o facto de daqui serem provenientes diversos recursos, nomeadamente os petroleiros. É daqui que queremos fazer um polo formativo exemplar, baseado no conhecimento e ligado à matriz produtuva em que o Ecuador está envolvido», sublinharia a propósito Jorge Glas, vice-presidente ecuatoriano.

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

"Canción para todos" proposta como Hino da UNASUR

«Canción para todos» numa interpretação de Mercedes Sosa pode vir a ser assumido como Hino da União das Nações SulAmericanas (UNASUR). 

O conhecido poema de autoria dos argentinos Armando Tejada y César Isella, intitulado "Canción con todos" e imortalizado por essa grande voz e senhora da música, Mercedez Sosa, «é propício para identificar o organismo que agrega as diversas nações da região», refere o presidente do Ecuador, Rafael Correa, na defesa desta proposta. E não será por acaso nem a despropósito pois este poema de Tejada e Isella constitui uma das mais emblemáticas canções da América Latina e converteu-se no hino do festival “Todas las Voces Todas”, que reuniria pela primera vez, no já distante ano de 1996, em Quito (capital do Ecuador) dezenas de músicos da região.

“Salgo a caminar por la cintura cósmica del sur. 
Piso en la región más vegetal del viento y de la luz. 
Siento al caminar toda la piel de América en mi piel
y anda en mi sangre un río que libera en mi voz su caudal”, 

lê-se na primera estrofe deste poema, interpretado por toda a américa latina. E prossegue - “Sol de Alto Perú, rostro Bolivia, estaño y soledad, un verde Brasil, besa mi Chile cobre y mineral. Subo desde el sur hacia la entraña América y total, pura raíz de un grito destinado a crecer y estallar”.

Mercedes Sosa   popularizou "Cancion para todos"  hino das Nações Sul Americanas
 De referir que o edificio sede da UNASUR- União de Nações Sul-Americanas, é uma organização intergovernamental composta pelos doze estados da america do Sul, se encontra precisamente em Quito, no Ecuador.

O Tratado Constitutivo da então Comunidade Sul-Americana de Nações, seria assinado a 23 de maio de 2008, quando da terceira cimeira de Chefes de estado realizada em Brasília, no Brasil, tendo como sede a capital do Ecuador, Quito, mas funcionando o seu parlamento em Cochabamba, na Bolivia, ficando a sede do Banco que apoia esta comunidade de estados, o Banco do Sul, sedeada em Caracas na Venezuela.
   
Argentina, Bolívia, Brasil, Colombia, Chile, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Venezuela e o Uruguay  que se viria a tornar a nona nação a ratificar o tratado constitutivo da organização, já a 1 do mês de dezembro de 2010, integram este conjunto de Nações, que tem como principais objectivos a  criação de um mercado comum e de livre circulação de produtos e pessoas num horizonte até 2020.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Alfabetização de Ecuatorianos merece Prémio da UNESCO

UNESCO reconhece êxitos e inovação do projecto de Alfabetização ecuatoriano
Cerca de 325 mil pessoas aprenderam a  ler e escrever no Ecudaor entre 2011 e 2013 o que levou a um descrescimo significativo nos indices de analfabetismo naquela país da américa latina. Novo impulso no combate ao analfabetismo, no quadro do projecto de Educação Básica para Jovens e Adultos (EBJA) está actualmente em curso, procurando envolvendo até 2015 qualquer coisa como 150 mil ecuatorianos. Este esforço e os êxitos da metodolgia adoptada no Ecuador, levaram mesmo à atribuição do Prémio Internacional de Alfabetização "Rey Sejong" pelo UNESCO- Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura. Este é o reconhecimento mundial pelo âmbito e inovação do trabalho desenvolvido pelo Governo do presidente Rafael Correa que declarou a «Alfabetiização como tema prioritário».
Alfabetização considerada prioridade por Rafalel Correa
povos indígenas aprendem a ler escrever lingua materna
De acordo com dados do Ministério da Educação do Ecuador mais de 44 mil 021 pessoas aprenderam a ler e escrever na sua lingua materna (kichwa) mediante a metodología ecuatoriana de alfabetización 'Dolores Cacuango', a qual promove a identidade intercultural dos povos e nacionalidades índigenas : Waorani, Kichwa, Achuar, Tsachila, Chachi, Shuar, Awa, Siona, Secoya y Sapara. Outras 62 mil 561 pessoas de  etnia indígena bem como 29 mil 472 pessoas de etnia montubia e ainda 6 mil 287 afroecuatorianos, além de serem alfabetizados receberam formação familiar e comunitaria com enfoque nos direitos humanos, nas questões de saúde e nutrição, contribuindo assim para o êxito do projecto EBJA. 
De acordo com o Instituto Nacional de Estadística y Censos (INEC) os indices de analfabetismo no Ecuador eram em 2010,  da ordem dos 6,8 por cento, que o mesmo e dizer, mais de  670 mil pesssoas não sabiam ler nem escrever.