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quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Cuba aberta ao investimento estrangeiro

Cuba abre-se ao investimento estrangeiro e conta na Feira Internacional de Havana, neste ano de 2014 com uma presença reforçada de países e empresas, nomedamente Espanha, Brasil e Itália.
FIHAV'14 assim se denomina a "Feira Internacional de Havana", que tem lugar entre 2 e 8 de novembro contando com mais de quatro mil expositores oriundos de um total de 60 paises.
Cerca de 18 mil metros quadtrados, mais de 4 mil expositores de 60 paises na Feira Internacional de Havana
O maior certame jamais realizado na capital da ilha de Fidel de Castro, vai  já na sua XXXII edição e desde o seu inicio no distante ano de 1983, que o seu objectivo principal é a promoção da actividade comercial entre os diversos países e Cuba. Uma meta agora reafirmada e reforçada com base quer no crescimento do número de expositores, quer de países presentes e da área expositiva superior a 18 mil metros quadrados, quando a primeira edição do certame recorde-se, se resumia a uns 800 metros quadrados e às presenças de Espanha, Panamá e claro Cuba.

Um evento verdadeiramente internacional, apostado na realização de negócios, contribuindo sobremaneira para um desenvolvimento da mais conhecida ilha do mundo, mas igualmente, no abrir de portas ao investimento estrangeiro em solo cubano. Um quadro possivel com base na Lei 28, aprovada pelo Parlamento e acabada de entrar em vigor, que não só aponta prioridades da economia cubana,  como abre diversos sectores de actividade ao capital estrangeiro, entre os quais estão a indústria, a energia e alimentação.
Não será por acaso que a primeira iniciativa oficial da «Feira Internacional de Havana» é uma conferência subordinada à temática do «Investimento estrangeiro e as prioridades em termos de sectores para Cuba» em que intervém o ministro do "Comercio Exterior e Inversión Extranjera (Mincex)", Rodrigo Malmierca.

sábado, 11 de outubro de 2014

Argentina e México abrem caminho a novas sinergias

Emprego, desenvolvimento económico, novas áreas de negócio, livre circulação de bens, investimentos público e privado, parcerias, mais do que meras expressões económicas são a tónica nas relações comerciais entre Argentina e México, avaliadas em cerca de 3 mil milhões de Euros por ano. 
E de acordo com conversações recentes tudo aponta não apenas para a continuidade, como para o aprofundamento das relações comerciais entre estes dois países latinoamericanos. 
E das áreas acordadas entre os responsáveis pelas pastas da Industria e da Economia, da Argentina e do México, respectivamente ressaltam "o livre comércio de veiculos ligeiros" entre ambos os países, o que deverá acontecer já a partir de março de 2015 e também, apostas conjuntas no domínio energético e "num horizonte mínimo de cinco anos".
responsáveis pela Industria e Economia da Argentina e do México aprofundam relações comerciais
Estas relações e acordos a dois, resultram em oportunidades de emprego, atração de investimentos importantes para fortalecer a integração regional e o desenvolvimento de cadeias de valor em sectores estratégicos das economias mexica e argentina, ressalvaram Ildefonso Guajardo, secretario de Economía mexicano e a ministra da Industria argentina, Débora Giorgi no final de um encontro que acaba de ter lugar em Buenos Aires. Na sequência dos trabalhos e ainda no decurso deste mês de outubro a titular da pasta da industria argentina visitará a capital do Mexico, onde terá lugar a assinatura de um "Memorando de Entendimento" para o desenvolvimento da cadeia de valor no sector energético, entre estes vizinhos latinoamericanos. 

Sobre a petroleira mexicana "Pemex" e a argentina "YPF" existem garantias de que antes do final do presente ano, serão feitos anúncios positivos referentes às relações energéticas entre Argentina e México.

sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Bolivia industrial dá origem a crescimento económico

desenvolvolvimento industrial impulsiona crescimento económico
A Bolivia poderá registar um crescimento económuico considerável, ao ponto de se colocar este ano, no segundo ou mesmo primeiro lugar em toda a America Latina. As previsões do Banco Mundial e de diversas outras entidades economicas regionais e mundiais apontam o caminho evolutivo da economia da Bolivia nestes ultimos anos. Também a Comisión Económica para América Latina y el Caribe (CEPAL) reconhece o dinamismo da economia boliviana, nos últimos anos. Um crescimento de 5% por cento em 2014, que se segue ao crescimento de 6,8% do Produto Interno Bruto (PIB) registado no ano passado. 
 
 Refinería Gualberto Villarroel de Cochabamba
Este desenvolvimento económico da Bolivia fica a  dever-se às politicas do Estado chefiado por Evo Morales, baseadas na aposta em diferentes sectores da industria, com significativos investimentos públicos e privados como são os casos das Energias Eólicas, da Medicina Nuclear, das Telecomunicações mas também nos recursos naturais como os minerais e sobretudo na Industria Petroleira. De referirr que após a nacionalização do Petróleo e do Gás em 2006, a Bolivia conseguiu não apenas aumentar a sua produção, exportar para países vizinhos e ser já autosuficiente em ternos de diesel, quando ainda há bem pouco tempo, tinha de importar, o que custaria qualquer coisa como 20 milhões de dólares mensais (14 milhões de Euros). 
A criação da Unidad de Crude da «Refinería Gualberto Villarroel de Cochabamba»Unidad de Crudo de la Refinería Gualberto Villarroel de Cochabamba, inaugurada este septiembre. Para la unidad se invirtió un presupuesto de 93,6 millones de dólares,, inaugurada em setembro passado, o que significou um investimento da ordem dos 93,6 milhões de dólares (cerca de 80 milhões de Euros), veio a contribuir e muito para esta performance produtiva da Bolivia, cujas reservas de petróleo podem estar já garantidas até 2025.