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quarta-feira, 3 de junho de 2026

Homenagem a "Totó la Momposina"

 A vida é mesmo assim. Nascemos, crescemos e partimos para outras paragens e ganhamos o reconhecimento de muitos até, que em vida nos ignoraram. 

A sociedade é injusta, para com os valores e sobretudo as pessoas com um nome, feitos merecedores do nosso carinho, atenção, amizade na sequência de nos cruzarmos, com esse grande Ser Humano, como é o caso de Totó la Momposina, que acabou por nos deixar (em 19 de maio p.p). Ficam as memórias, o exemplo de vida e as canções e o seu legado na Música essa linguagem, bela e universal.

Quero aqui deixar a minha mais singela homenagem a essa Mulher, de convicções, valores, lutas e generosidade, que quem com ela privou manifestam (e que privilégio foi)! 

E num exemplo aqui está a canção que afirma ou destaca :

“Totó la Momposina es canto y bandera
Es la madre tierra que canta sincera
Sus pasos son tiempo que nunca se agota
Y su voz un río que al corazón brota”


Mas afinal quem é Totó la Momposina. O seu nome de batismo, bonito aliás é Sonia Bazanta Vides. Nascedu no já mui distante ano de 1940 em Talaigua Nuevo, Bolívar, na Colômbia. Ela foi (e será sempre), porque o seu legado é enorme, o seu exemplo de vida reconhecido, felizmente, como uma das grandes referências da música tradicional tradicional afrocolombiana.

«A icónica cantautora del folclore colombiano y ganadora de un Grammy Latino, Totó La Momposina, falleció de un infarto a los 85 años. Falleció en Celaya, México, mientras se encontraba con su hija y sus nietos. “Correrá el canto del río Magdalena, la voz que le dio vida al tambor. Totó fue y será eternamente”, dijo la ministra de cultura de Colombia, Yannai Kadamani, en X.


As raízes de Totó la Momposina são indígenas, africanas y campesinas o que faz toda a diferença na sua carreira e no que a sua voz e performance em estúdio ou palco nos trouxe. Privilegiados são todos quantos ao longo dos tempos puderam assistir, vibrar, cantar, aplaudir a cantante latina que levou “el bullerengue, la cumbia”, la tambora y “el mapalé” aos palcos e festivais internacionais, como Royal Albert Hall e ao Festival de Glastonbury, nomeadamente.

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