Estamos de volta aos «Calle Mambo». E porquê ? Precisamente porque a novidade é a garantia de mais um concerto vibrante de energia sem parar, no Festival Músicas do Mundo, sublinhe-se o grande pioneiro e mais abrangente Festival de culturas, performances e músicas do planeta. É por Sines que têm passado todos os estilos, sonoridades, origens se ouvem as criticas sociais, se sentem abordagens inovadoras aos temas do quotidiano, numa partilha de pontos de vista sobre a condição humana, nos dias que correm.
«Mambo de Machaguay» é um tema de Los Jaivas, datado de 1977. aqui reinterpretado ao vivo por Calle Mambo
É também por aí que se movem os Calle Mambo e de um modo criativo nos levam à vida rural andina com recurso a instrumentos tradicionais bem como através da cumbia e da timba entre vos vários géneros músicais espalhados a partir do palco.Os intervenientes nessa verdadeira viagem à America Latina, qual "escutar" o viver dos povos locais, o espreitar a cultura de outras paragens acabamos sendo todos nós, tendo como guias o quinteto habitual de Callle Mambo.
Dos fundadores, já faz tempo naquelas ruas de Munique em 2013, estão Jonathan Valle, vocalista, que também nos apresenta instrumentos andinos como a quena, o quenacho, a zampoña e a gaita. Erkki Nylund é um Multi-instrumentista de cordas e sopros capaz de solos na guitarra, tiple colombiano, cuatro porto-riquenho, quena e dáq voz naqlguns temas. As cordas tradicionais como o charango e o ronroco ficam a cargo de Guillaume Laumière, que ainda participa nos coros. A este núcleo duro, chamemos-lhe assim, para a estrada saem igualmente, Javiera Paredes nos sintetizadores e voz e por fim Jankely Del Aguila, responsável pela percussão, os beats e os timbales. E nesta terceira vez em Portugal, Sines e as Músicas do Mundo vão contar com «Calle Mambo».
Lá os esperamos, nesse pedacinho do alentejo com o mar no horizonte !
Calle Mambo


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