Translate

Mostrar mensagens com a etiqueta telecomunicações. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta telecomunicações. Mostrar todas as mensagens

sábado, 20 de dezembro de 2014

Tecnologia 4G "invade " a Venezuela

Ano 2015 de aposta nas telecomunicações
A aposta nas comunicações móveis, no acesso às tecnologias de informação e comunicação continuam a ser apostas fortes do Governo Venezuelano. E 2015 será mesmo considerado ano "histórico" com a entrada em funcionamento da tecnologia 4G, nas capitais dos diversos estados venezuelanos. A instalação de qualquer coisa como 664 pontos 4G vão beneficiar cerca de 20 milhões de utilizadores das comunicações móveis e gerar uma nova dinâmica económica com este sector de actividade a colocar-se na dianteira.

Um investimento de largos milhares de Euros nesta operação, traduzem uma atenção muito particular do Governo de Nicolás Madura no desenvolvimento das telecomunicações móveis em todo território venezuelano, assegurou Manuel Fernandez, ministro de Educación Universitaria, Ciencia y Tecnología. 
20 milhões de utilizadores beneficiam com rede 4G
A afectação de recursos no sector das telecomunicações trará não apenas benefícios do ponto de vista económico, mas também do ponto de vista dos utilizadores, verificando-se um melhoria qualitativa nomeadamente quanto à velocidade de acesso e igualmente quantitativa com evidente maior numero de venezuelanos a aceder à nova tecnologia 4G entre o segundo e terceiro trimestre de 2015 antecipa  o responsavel do governo da Venezuela.

A Venezuela regista aliás um grande incremento na utilização dos chamados produtos "inteligentes" situando-se na posição dianteira, no quadro dos diferentes países da America Latina. A aquisição de novas tecnologias atingiu niveis da ordem dos 40 pontos percentuais o que deixa a 18 e 19 pontos, respectivamente a Argentina logo seguida do Brasil, dois dos mercados mais dinâmicos em termos de telecomunicações deste continente, o que não deixa de ser um motivo de satisfação, conclui o titular da pasta da Ciência e Tecnologia, no governo da Venezuela.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

É um Satélite construido na Argentina ...!

Argentina vive um momento histórico, na sequênciada da criação e lançamento do seu primeiro Satélite, para o espaço.
ARSAT-1, assim se denomina o primeiro satélite geoestacionario argentino, lançado para o espaço a partir da base de Kourou, na Guayana Francesa o que é efectivamente um marco tecnológico, para este pais da america latina.
Este Satélite abarcará um extenso territorio que vai dos Estados Unidos até às Ilhas Malvinas e facilitará quer o acesso a serviços de televisão "on-demand!, quer à Internet com recepcão em antenas Vsat y telefonía IP a toda Argentina e países limítrofes como o Chile, Paraguay e Uruguay.
ARSAT 1 o satélite argentino é uma aposta pioneira na maerica latina
O lanzador largando o satélite a 250 kilómetros da Terra, impulsiona-o para uma posição orbital definitiva, a cerca de 36 mil kilómetros, sendo comandado desde a sala de "Operaciones Satelitales" situada numa estação terrena na localidade de Benavídez.

"Hay una transformación que se está dando a una velocidad muy rápida entre el sueño y la realidad", referiu a propósito deste feito pioneiro Matías Bianchi, presidente da empresa estatal Arsat.

O esperado êxito desta operação e os objectivos da argentina neste dominio, apontam desde já para o futuro ARSAT-2, que se encontra em ensaios havendo mesmo a perspectiva do seu lançamento acontecer em 2016. "Contentes com o trabalho e os resultados" estuda-se a possibilidade do ARSAT-3, poder estar no espaço lá para 2018.
Este ARSAT-1 é um projecto que significou muitos estudos e ensaios durante mais de seis anos, envolvendo cerca de 1.500 pessoas, além de um investimento na ordem dos 270 millones de dólares e vai permitir à Argentina não perder a sua posição orbital 81, com enfoque muma área desde os Estados Unidos até às Malvinas, deixando assim o Reino Unido em espera no ãmbito da "Unión Internacional de Telecomunicaciones". Dizer ainda que o projecto desenvolvido e financiado pela Argentina, se converte num feito impar, uma vez que poucas são nações que produzem os seus próprios satélites.