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domingo, 14 de dezembro de 2014

"Pueblos Património" incrementam turismo na Colômbia

A Colômbia tem nesta altura 17 pueblos, que é como quem diz "localidades consideradas "Património nacional".
Rede de Pueblos Património são já 17 na Colômbia
O titulo de "Pueblos Património" é atribuido pelo "Fondo Nacional de Turismo", os ministérios da Cultura, Comércio, Industria e Turismo da Colômbia, às localidades com amplo valor histórico e cultural, sendo então integradas nos roteiros turisticos do país, onde esta especificidade é trabalhada e promovida.
Daí o reconhecimento da importância deste "produto turistico" em rede, por parte das entidades colombianas, agora no âmbito de uma Feira Internacional de Artesanato, que tem estado a decorrer na capital - Bogotá.
 
Localidades de interesse cultural
O reconhecimento destes 17 lugares para a história da Colômbia, desde os tempos da colonização espanhola, passando pela indepêndia e soberania deste pais latinoamericano, deriva das lutas desses povos, do patrimonio cultural aí existente, nomeadamente o artesanato, as vivências e tradições locais, factores que contam para o incremento do turismo na Colômbia, contribuindo ao mesmo tempo para o desenvolvimento dessas comunidades de uma forma cada vez mais sustentável, por via do acompanhamento das actividades e promoção dos produtos artesanais aí produzidos.
De referir que este conjunto de locais, existentes em departamentos como por exemplo Santander, Antioquia, Boyocá e Caldas, se integram na "Rede Turistica Pueblos Patrimoniales de Colômbia" tendo contabilizado só no presente ano de 2014, mais de 4 milhões de turistas.

domingo, 19 de outubro de 2014

"Museus" espaços de inter-acção com comunidades

O Movimento Internacional para uma nova Museologia (MINOM) acabou de assinalar os seus trinta anos de existência. O enaltecer do "papel fundamental, perfeitamente inovador e vanguardista da Lei 23 de Criação de Museus Municipais, em Cuba no já distante ano de 1979, bem como o repúdio pelo injusto bloqueio de mais de meio século, imposto pelos Estados Unidos à pátria de Fidel de Castro, constituiriam as grandes referências do documento final saído desta magna assembleia realizada em Cuba.

Cuba acolheu a XVI Conferência do Movimento Internacional de Museologia
Havana, em Cuba acolheu recentemente a XVI Conferência do "Movimento Internacional para uma nova Museología (MINOM). Os trabalhos nos quais participaram especialistas em Museus, provenientes de Argentina, Brasil, Chile, El Salvador, Estados Unidos, Esto­nia, França, Países Bajos, Portugal, Uruguay e Cuba, terminariam na aprovação de um documento que ressalva e enaltece,  dois ou três aspectos importantes na história da Museologia, no mundo. 
Um primeiro aspecto, seria sem margem para dúvidas, os contributos cubanos para a prática da museologia social, em que se viria a destacar a artista e ceramista Marta Arjona, a que se juntou essa ferramenta legislativa que é a "Lei 23" de criação dos Museus Municipais, em Cuba, datada do ano de 1979 e que seria aliás, um exemplo seguido por outros países, ao longos destes 30 anos de existência e práticas desta organização -o MINOM.

Museus devem ter permanente inter-acção com comunidades defende MINOM
O papel e dedicação dos trabalhadores da cultura, em especial dos museos, na salvaguarda do patrimonio da comunidade, bem como o intercambio activo entre especialistas, a realização de acções de superação dos profissionais de museus comunitários, ecomuseus, de grupos especializados na organização de actividades culturais, de instituições culturais envolvidas nas comunidades locais, seriam outros dos muitos aspectos referenciados e enaltecidos durante esta edição da Conferencia de Museo­lo­gía comunitaria y Socio­mu­seo­logía. E que melhor forma de defender os Museus, a cultura, o património dos povos e paises que a defesa do trabalho de perservação, promoção e divulgação dos espólios museológicos, trazendo-os para uma permanente inter-acção com as comunidades, com os cidadãos !!! No assinalar destas três décadas do "MINOM", os especialistas assistentes à Con­fe­rencia de Habana, repudiaram —conforme declaração final, "o injusto bloqueio imposto há mais de meio século pelos Estados Uni­dos a Cuba".