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terça-feira, 12 de agosto de 2014

Economias latinas vão continuar em crescendo ...

A Economia latino-americana continuará a crescer tanto este ano como nos 365 dias mais próximos. E os números recentemente divulgados, apontam para um crescimento global da ordem dos 2,5 % por cento em 2014 e um pouco mais até, 3% em 2015. É um excelente indicador sobre o desenvolvimento económico dos diferentes paises desta vasta área do globo, impulsionado pelo crescimento económico apontado para um conjunto de paises como são os casos do Brasil, Mêxico, Perú e Colômbia .
Mexico está no top dp crescimento económico
O FMI alerta para algumas debilidades decorrentes das relações comerciais entre paises Latinoamericanos e do Caribe, com as ditas economias mais desenvolvidas, mas que ainda assim o impacto económico dessas transacções por exemplo de matérias primas várias, acaba sendo muito positivo para um conjunto de países como o México nomeadamente, cujo Produto Intrerno Bruto (PIB) em 2014 crescerá qualquer coisa como 3% e 3,5% no próximo ano. 
É tanto mais importante este crescimento se considerarmos que em 2013 foi de 1,1 pontos percentuais. Um desenvolvimento que tem tudo a ver com as reformas económicas em curso no México, sendo apontados como "geradores" desta situação os sectores energético e as telecomunicações, sublinha o Fundo Monetário Internacional (FMI).
Brasil abranda ritmo de crescimento
O Brasil pese embora um certo abrandamento económico este ano, continuará a crescer a um ritmo interessante ou seja 2,7% em 2015. contra os actuais 1,8 pontos percentuais previstos. E neste crescendo económico da america latina contam também paises como a Colômbia e Perú, onde se prevê uma expansão económica muito postiva e marcante para os indices globais e que anda na ordem dos  4,5 % e 5,5 % em 2014 e 2015 respectivamente. Igualmente o Chile contribui para os números positivos globais, sendo que as projecções de crescimento estão na ordem dos  3,6 % em 2014 ainda que o ano de 2013 tenha sido bem melhor ao atingir 4,2 %. Uma, duas, mesmo três desacelerações económicas mas ainda assim em crescendo, está a Argentina com 0,5 pontos percentuais já este ano e 1% nos 365 dias mais próximos mas longe é certo dos 4,3 % registados no ano transacto. Idêntica situação vive a Venezuela, com uma contracção de meio ponto percentual em 2014, devendo atingir 1 % en 2015. Qual surpresa também a Bolivia se destaca, ao crescer sublinhe-se 5,1 pontos percentuais este ano, retraindo-se um pouco no ano seguinte 5%, mas longe do seu "score" de 6,8 % em 2013.
Peru continuará a atrair as atenções nos próximos anos
A juntar a este "optimismo" haverá que considerar as relações económicas dos diferentes paises latino-americanos com a China, mais nuns casos que noutros, é verdade, mas que seguem na linha de abrandamento das trocas comerciais sino-latinas já em curso atualmente, dada a fase de menor pujança económica daquele país asitático!  

As perspectivas de crescimento para países exportadores de matérias primas como Perú, Colombia, Chile e Bolivia “são todavía bastante sólidas” assegura Milesi-Ferretti, responsavel pelos estudos económicos do FMI, não sem antes deixar no ar a possibilidade da baixa dos preços das matérias primas, criando impactos económicos nalgumas destas economias cujo crescimento tem vindo a ser positivo e consecutivo ao longo dos anos.

sábado, 1 de setembro de 2012

México aumenta PIB no semestre


A economia do México cresceu 4,1% no segundo trimestre deste ano, face a igual período de 2011, muito por força do consumo doméstico que tem estado em crescendo, numa altura em que as exportações (sobretudo para os Estados Unidos) diminuíram.
O aumento está em linha com a expansão de 4,2% esperada pelos analistas e representa uma desaceleração em relação ao primeiro trimestre, quando o crescimento foi de 4,5%, fruto aí sim de uma melhoria na economia norte-americana que ajudou a aumentar as exportações mexicanas.
Neste contexto são já dez trimestres consecutivos que o México regista o que é de facto muito positivo para aquele país, depois de uma recessão económica registada no ano de 2009.
A tendência de expansão economica do México acontece numa altura em que as maiores economias do mundo e diversos outros países importantes na América Latina, como o Brasil e a Argentina, dão sinais de desaceleração.
A economia mexicana refira-se cresceu 0,87% no segundo trimestre, informou o Instituto Nacional de Estatísticas (Inegi), enquanto o  Produto Interno Bruto (PIB) subiu 4,3% nos primeiros seis meses de 2012 e face a igual período do ano passado.
De acordo com as previsões o México deverá ver crescer o seu PIB em 3,5% neste ano e não na ordem dos 4 pontos percentuais como aponta  Felipe Calderon, presidente do país. Tal desvio ficará a dever-se à ainda frágil  recuperação económica dos Estados Unidos e também  à crise da dívida da zona do euro. .