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sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Venezuela quer mais carros chineses...

A produção de veiculos automóveis chineses da "Chery Motors" pode vir a crescer já no próximo ano, nas plataformas que a empresa tem na Venezuela. 
 
Produzir 30 mil veiculos por ano é aposta da Venezuela
Apostar na máxima capacidade produtiva das duas unidades da marca chinesa, em laboração na Venezuela e responder a uma procura crescente destes populares veiculos, graças ao seu baixo preço têm sido tema em análise entre o Governo bolivariano da Venezuela e os responsáveis da "Chery Internacional".
 
De acordo com dados disponiveis não só a empresa chinesa Chery Internacional pode aumentar a produção, como multiplicar as unidades de montagens destes veículos como é alias pretensão do Governo de Nicólas Maduro, até às 30 mil unidades/ano. A confirmação deste quadro de entendimento é dada pelo ministro venezolano das Industrias, José David Cabello e insere-se num programa estatal designado “Venezuela Productiva Automotriz" privilegiando a venda de dois modelos Chery, a preços justos desde que montados no país. 
 
Diversificar modelos Chineses
De referir que os automóveis Chery (muito semelhantes aos Chevrolet, Daiwoo, Toyota que encontramos na europa) já com uma gama de modelos bem diversificada, são muito populares na Venezuela, onde estão aliás instaladas duas unidades de produção. Mas, também na Argentina, no Chile, no Perú e no Brasil, a penetração destes veiculos chineses no mercado tem vindo a crescer, graças aos seu baixo preço a que se junta o factor concorrencial por via da chegada a estes mercados de outras marcas igualmente "made in" China como são os casos da "Dong Feng" e da "Haima" que apresentam quer veiculos de turismo desde as gamas mais baixas às mais altas tipo SUV, como também as de tração às quatro rodas do tipo strackar" como as conhecemos no mercado ocidental ou europeu. 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Episódios inéditos dos 50 anos «Los Jaivas»

«Los Jaivas» assinalam a 15 de agosto meio século de existência, e no âmbito desta irrepetível efeméride "histórias, influências, bastidores e aspectos da vida familiar" dos elementos da mais antiga banda Chilena estão agora em evidência, num livro de autoria da periodista Pamela Urbina Alvial, uma fã incondicional do grupo e amiga desta grande família, há já mais de uma década.
«Los Jaivas - 50 anos de história» das "Ediciones B" conta com a participação de todos os integrantes do grupo, revelando episódios deste percurso que começou "aos sete anos de idade" da maioria do seus elementos, até aos dias de hoje. A publicação revela também as influências da banda chilena noutras gerações de músicos, cantautores e outros artistas independentemente da sua arte. A participação de "Los Jaivas" em bandas sonoras de filmes ou as "artísticas capas dos discos" falam por esse longo período de tempo da banda chilena e o que ele significou em termos culturais, sociais, políticos... Mas a curiosidade maior são os olhares das esposas de todos os músicos, em torno da banda, já equiparada aos Rolling Stones...o que acontece pela primeira vez na história da música.
Os organizados turnos, para "cozinhar, lavar e levar los "niños" ao colégio", bem como diversos outros aspectos da vida desta numerosa família, para já não falar da preparação e realização de espectáculos e tornées da banda, constituem as grandes novidades deste livro, agora dado à estampa... 
"Eramos uma verdadeira e magna comunidade e como tal tudo tinha de ser organizado e partilhado. Caso contrário nunca "Los Jaivas" teriam conseguido fazer todo este seu percurso de actividade" conta Pamela, viúva del "Gato" Alquinta. E desde a criação das próprias roupas, à confecção de refeições, que em dado momento chegaram a vender para fora como forma de sustento, ou seja na fase em que a banda se instalou em Paris, tudo teve a mão das mulheres dos músicos chilenos.

"Los Jaivas" são únicos, desde logo porque nunca pensaram em ser famosos ou colocaram em primeiro plano, fins comerciais para a sua actividade musical. Depois porque as suas vidas em comum foram muito além do trabalho de bastidores, da criação musical e da subida aos palcos, fosse na america latina, na europa e no mundo... Foram também a única banda a tocar em lugares muito especiais como a Antártida ou Machu Pichu ou ainda os únicos chilenos a subir a um palco na China.

*com Por María Paz Mateluna